terça-feira, 31 de março de 2026



Blog 5.
ANTIGAS OLARIAS DO BRASIL 5.
Iniciativa realizada sem fins lucrativos com os objetivos direcionados apenas para as pesquisas arqueológicas.

Voluntários que estão gentilmente colaborando com as atividades de edição desta obra: Geabriela de Mello, Rafael de Mello.


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ATENÇÃO.

Esta obra está passando por atualizações. Cada um dos 368 tijolos registrados no acervo que estão sendo pesquisados terão seus resultados hsitóricos aqui publicados com o devido tempo.

Previsão de término, indetreminado.

Grato pela Atenção.

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BLOG 5.

Link para o Blog Lista das Antigas Olarias do Brasil 1 Que vai da letra A até a letra L.
https://antigasolariasdobrasil1.blogspot.com/


Link para o Blog Lista das Antigas Olarias do Brasil 2. Que vai da letra M até a letra Z.
https://antigasolariasdobrasil2.blogspot.com/


Link para o Blog Museu Virtual dos Tijolos Antigos 3. Em fase de montagem.
https://museuvirtualdostijolosantigos3.blogspot.com/


Link para o Blog Museu Virtual dos Tijolos Antigos 4. Em fase de montagem.
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...Gostaria em primeiro lugar de deixar bem claro que sem a ajuda de colaboradores 
esta obra seria impossível de ser realizada, além das minhas limitações, construir uma identidade cultural neste país não é e nunca foi uma tarefa fácil...
Então, desde já muito obrigado a todos pela força que tenho recebido, sem vocês isto não passaria de uma coleção de objetos antigos sem identidade histórica/cultural...
marco antonio campos machado.

Entre, participe, critique, dê sua opinião, poste seus trabalhos, ideias,,,
Você é o fator principal e construtivo desta difícil obra...
Seja bem vindo e por favor volte sempre.

... I would like first of all to make it clear that without the help of collaborators this work would be impossible to accomplish, beyond my limitations, building a cultural identity in this country is not and has never been an easy task ... 
So, thanks in advance, thank you all for the strength I have received, without you this would be a collection of ancient objects without historical and cultural identity ... 
marco antonio campos machado.
 Come in, participate, criticize, give your opinion, post your work, ideas ... You are the main and constructive factor of this difficult work ... 
Be welcome and please always come back.

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Índice das Matérias Publicadas: 

Publicação 120: Matéria. Origens Históricas.
Publicação 121: Matéria. O Maior Museu do Tijolo Antigo do Mundo.
Publicação 122: Introdução.
Publicação 123: Matéria. 
A primeira construção realizada em alvenaria de tijolos 
na cidade de São Paulo data de 1610.
Publicação 124: O Acervo.
Publicação 125: Em fase de catalogação.
Publicação 126: Em fase de catalogação.
Publicação 127: Em fase de catalogação.
Publicação 128: Em fase de catalogação.
Publicação 129: Em fase de catalogação.



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Publicação: 120.

Matéria.
Origens Históricas.
As Origens da Palavra Tijolo:

1. A palavra tijolo vem do Latim "LATER".
2. A palavra "tijolo" que vem do castelhano "tejuelo" diminutivo de "tejo", que significa caco de telha.

    Pesquisar origens históricas de qualquer produto antigo não é uma tarefa fácil e os tijolos antigos não seriam uma exceção. No início do século XX havia centenas de olarias somente na cidade de São Paulo. A cada 50 olarias nessa época por volta de duas ou três eram oficialmente reconhecidas com empresa. A falta de documentos oficias provocaram um gigantesco rombo no sistema de identificação dessas empresas que na maioria eram olarias de propriedades particulares e clandestinas. uma das conclusões que fiz durante um estudo num grupo de tijolos fabricados nos Estados Unidos pude concluir que a cada 100 tijolos fabricados por lá apenas 5 não tinham qualquer tipo de identificação, mas quando se compara com os fabricados no Brasil a diferença é bem acentuada, a cada 100 tijolos catalogados que foram fabricados aqui a quantidade é de 30 sem identificações para cada 100 com alguma anotação.

   Uma observação é importante, é comum encontrar tijolos com desenhos de objetos ou símbolos que representam organizações sociais, sejam elas, religiosas ou não. E esse sistema de gravação depende de muita pesquisa para indentificação da origem de seu fabricante. Já encontrei uma variedade enorme de desenhos e símbolos gravados em tijolos. Um caso que cria muita polêmica são tijolos que são gravados como uma homenagem a passagem do Cometa de Halley pela terra em 1910, porém documentos e fotos do início do século fornecem uma outra história...
Para mais informações, por favor acesse a parte: (Parte 06. Matéria. O Tijolo e o Cometa de Halley).

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Publicação: 121.

Matéria.
O Maior Museu do Tijolo Antigo do Mundo.

Old Red Brick Museum. Maizuru. Japão.  
A nossa proposta é criar  um museu somente de tijolos cerâmico, já que no Museu Japonês tem tijolos de outros materiais e outros tipos de produtos cerâmicos.
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Publicação: 122.

Matéria.
Introdução.

...Um Objeto que tem mais de 12 mil anos de existência sem dúvida tem muitas histórias para nos contar...
marco antonio campos machado.

Nosso Acervo é composto somente de tijolos cerâmicos
fabricados até a década de 1940.

     Tenho como tijolo antigo para o nosso acervo os que foram fabricados até a década de 1940. As razões para a escolha dessa data são: 
    1-   A criação da Associação de Normas técnicas que só aconteceu em 1940. 
   2-  O Congresso de  julho de 1931 o Boletim do Instituto de Engenharia, de São Paulo publicou o artigo intitulado “A simplificação do tijolo entre nós – Nova sugestão para a unificação das dimensões dos nossos tijolos comuns” , assinado pelo engenheiro Armando Arruda Pereira , à época diretor industrial da Cerâmica São Caetano S/A, uma das maiores empresas paulistas produtoras de telhas e tijolos empregados na indústria da construção no estado durante ao menos seis décadas do século XX. A proposta do artigo de Pereira era complementar o trabalho por ele apresentado no I Congresso de Habitação, realizado na cidade de São Paulo no início do mesmo ano de 1931. O artigo divulgava a proposta para padronização do “Tijolo Paulista”, elaborada por engenheiros e profissionais da indústria cerâmica. 
    3-   O reconhecimento de muitas olarias clandestinas que ocorreu somente em 1920.
  4- A definição de tijolo quanto as suas medidas num congresso onde participou o engenheiro industrial Roberto Simonsen em 1937.
    Baseando-se nesses e outros fatos, resolvi estabelecer o final régua histórica dos tijolos antigos até a década de 1940 já que seu início pode ter cido em 1575 com o surgimento da olaria de Christovam Gonçalves, mas o documento se refere a fabricação de telhas e não de tijolos. A primeira citação do emprego de tijolos só aparece descrito em um documento de 1610 na cidade de São Paulo.

   I have as old brick for the collection those that were manufactured before 1940. The reasons for choosing this date are several: the creation of the Technical Standards Association that only happened in 1940. The July 1931 Congress the Bulletin of the Institute of Engineering , from São Paulo published the article entitled “The simplification of the brick between us - New suggestion for the unification of the dimensions of our common bricks”, signed by engineer Armando Arruda Pereira, at the time industrial director of Cerâmica São Caetano S / A, one of largest São Paulo companies producing tiles and bricks employed in the construction industry in the state for at least six decades of the 20th century. Pereira's article proposal was to complement the work he presented at the 1st Housing Congress, held in the city of São Paulo at the beginning of the same year, 1931. The article disclosed the proposal for standardization of “Tijolo Paulista”, developed by engineers and ceramic industry professionals. The recognition of many clandestine potteries only in 1920, among others. Based on these and other facts, I decided to establish the final historical rule of the old bricks in the year 1940 since its beginning may have started in 1575 with the appearance of the pottery of Christovam Gonçalves, but the document refers to the manufacture of tiles and not of bricks that only appears to be described in 1610 in the city of São Paulo.
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Publicação: 123.

Matéria.
A primeira construção realizada em alvenaria de tijolos 
na cidade de São Paulo data de 1610.

    A produção oleira da cidade de São Paulo remonta aos tempos coloniais. Em 1575 a Câmara aprovou a constituição da olaria de Christovam Gonçalves para que fossem produzidas telhas de barro a serem utilizadas nas construções de taipa da vila (BRUNO, 1954, pág. 474). O registro da primeira edificação realizada em alvenaria de tijolos da cidade data de 1610. Fernando Alvares, primeiro juiz de oficio dos oleiros de São Paulo, produziu quantidade suficiente de tijolos para a construção do Pelourinho da Câmara. Apesar de pouco empregada até meados do século XIX, a alvenaria de tijolos permaneceu como uma técnica quase exclusiva dos edifícios e equipamentos públicos. Ainda assim, poucas construções eram completamente erguidas com essa técnica. A maior parte da produção oleira era empregada no calçamento das ruas e no ladrilhamento das igrejas, além das telhas, prática recomendada pela Câmara desde 1599.

    Obs.: Apesar do documento citar a olaria de Christovam Gonçalves em 1575, ele não faz referência a fabricação de tijolos.

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Publicação: 124.

Matéria.
O Acervo.

    Nosso acervo tem hoje 97 tijolos que estão postados neste blog, no total eram 468, e mais centenas deles aguardando oportunidade de coleta, mas com os problemas de isolamentos ainda não foi possível, mas o potencial de aquisições é muito, muito maior. A maioria dos tijolos antigos são frutos de doações, mesmo as encontradas em caçambas para descarte. Esses tijolos são de propriedade legal de seus doadores e serão devolvidos, se esse for o desejo, caso solicitado. Somos guardiões da história e não donos dela, pois, todo esse material pertence ao patrimônio histórico de todos os brasileiros. Grato pela atenção. Seja sempre bem-vindo a participar deste trabalho, sua presença aqui é nosso principal objetivo.

Important clarification.
All the bricks in the collection are the result of donations and belong to their places of origin and will be returned as soon as requested. We are just guardians of history and not the owner of it. 
Marco Antonio Campos Machado.

   Ao considerar o tema acima levei em conta a forma como muitos dos tijolos do acervo foram adquiridos. Visitar prédios antigos que passam por restaurações, reparos ou demolições é sempre possível encontrar em caçambas de descartes Tijolos Antigos com mais de 150 anos. Muitos colaboradores que deparam com situações semelhantes me ligam e assim vamos até o local para fazer um contato ou eles mesmos fazem o trabalho de solicitar as doações. Como podemos notar ficou bem apropriado, neste caso, o tema Arqueologia do Lixo. 
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O TRIPÉ HISTÓRICO:

A Base das pesquisas do MVTA.

O TIJOLO. A OLARIA. A CONSTRUÇÃO.

Esta obra tem, além de outros objetivos, pesquisar detalhes históricos e físicos dos tijolos antigos, seus fabricantes e as histórias das construções a qual esses tijolos pertencem. Muitas das fontes pesquisadas para a criação deste proposta arqueológica, restrigem a poucos itens relacionados aos três assuntos citados abaixo, que formam o Tripé Histórico. Não quero em hioóetse alguma dizer que as fontes estão incorretas, isso não, elas atingiram com clreza os objetivos previamente discutidos e elaborados, mas considerando nossa proposta de coletar e atingir um espaço maior maior de informações, sobre essas três áreas, essas fontes ajudam em parte, já que a mioria dos itens históricos pesquisados para este trabalho não constam nessas fontes.

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O Tripé e as Três Direções:

1. A história do tijolo antigo. 24 itens para serem pesquisados.
2. A história de seus fabricantes. 51 itens para serem pesquisados.
3. A história das construções a qual o tijolo pertence. 45 itens para serem pesquisados.

Com o passar dos tempos e durante as pesquisas outros itens podem ser acrescentados ao projeto. O primero projeto tinha seguinte configuração quanto aos itens:

1. A história do tijolo antigo. 12 itens.
2. A história de seus fabricantes. 22.itens.
3. A história das construções a qual o tijolo pertence. 19 itens.

A Proposta.

Iniciativa essa que não tem similaridade na literatura atual, se consideramos a relação ao foco principal desta obra que é composta por três fontes já citadas acima. O que encontramos em alguns documentos e matérias de forma geral, é uma visão muito restrita sobre os assuntos aqui aboradados que deixam perguntas como: Quem, quando e onde os tijolos foram fabricados,

sem respostas, sendo assim, nosso trabalho atua em um leque muito mais amplo e abrangente, muito mais rico em dados históricos, afinal um tijolo não tem somente comprimento, largura, altura, tem muito mais que isso para serem pesquisados.

Complemento:

Dentro do contexto citado acima podemos com certeza, afirmar que a ideia de um projeto de estudos onde estão incluídos: os tijolos antigos, seus fabricantes e suas construções, devidamente assentados em um tripé histórico, sem dúvida contribui para uma forte ligação entre essas três áreas. Afinal pesquisar as áreas separadamente, é possível sim, porém a proposta desse projeto a uma linha histórica reta onde no caminho encontra-se os três assuntos relacionados, o produto, seu produtor e seu local de utilização.

Podemos encontrar várias pesquisas que narram as três propostas separadamente e foi essa a razão de criar um quadro de estudos onde ao mesmo tempo, e numa mesma sequência cronológica onde pudéssemos ter em uma mesma plataforma os três elementos que compõe esta obra. Nosso projeto é composto de várias matérias sobre tijolos, Olarias e construções, onde todos os itens tem sua própria história.

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1. Origens dos Tijolos. 24 Itens Pesquisados.


1. Gravações: O que os fabricantes gravavam nos tijolos.
2. Gravações com letras: E R, C D, K L M.
3. Gravações com números: 1890, 1, 25, A 2 K.
4. Gravações com de desenhos, síbolos: Que podem ser de fontes variadas, exmplos:
    a- Natureza. Formas humanas, animais plantas.
    b- Astronômica:. Estreal, lua, sol.
    c- Religiosa: Cruz, estrela, brasões.
    d- Militar:Arams. estrelas, brasões.
5. Gravações, formato do relevo: Alto ou baixo.
5. Medida de comprimento: 50cm, 30cm, 14cm.
6. Medida de largura: 14cm, 12cm. 10cm,
7. Medida de altura: 8cm, 7cm, 6cm.
8. Medida de volume: 2.500, 1.500, 1.300cm³.
9. Medida de peso: 5.200, 3.500. 2400g.
10. Tijolo gravado com moldura: Sim ou não.
11. Formato geométrico da moldura. Que pode ser um retangulo, reantngulo arqueado, entre outras formatos.
12. Composição química. Sistema ainda não realizado por falta de recursos para análises em laboratório especializado.
13. Datação via laboratório (C14). Sistema não realizado por falta de recursos. Neste caso so sistema aplicado é o da Datação Relativa.
14. Cor da massa com base na Carta de Munsell: 7 5YR 12/6, 5YR 8/4, 5YR 6/4.
15. Sistema de fabricação manual: Tijolos fabricados totalmente de forma manual.
16. Sistema de fabricação mecanizada: Tijolos fabricados totalmente de forma mecanizadal.
17. Indícios de marcas deixadas durante a fabricação, exemplo: marcas humanas e de animais.
18. Indícios de materiais que não fazem parte da composição da massa. Madeira, fragmento de rochas, entre outros materiais comumente encontrados dentro dos tijolos.
19. Presença de argamassa: A argamassa usada no assentamento dos tijolos.
20. Estudos visuias quanto apresença de riscos na parte de trás dos tijolos que indicam fabricação manual.
21. Integridade da peça: íntegra, parcial, incompleta.
22. Finalidade específica quanto a sua empregabilidade, por exemplo: Um ornamento, um refretário para uso em fornos e lareiras, tijolos para cobertura de piso das tulhas de café, entre outras dezenas de funções. Uso em paredes/sutentação.
23. Fabricado no Brasil: Sim ou não.
24. País de origem: Italia, portugal, Reino Unido.
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2. As Origens de Antigas Olarias. 51 Itens Pesquisados sobre as Olaria:


Pesquisar as origens de antigas Olarias no Brasil, não é uma tarefa fácil, devido a poucos registros históricos que atendam as necessidades das propostas de pesquisas do MTA. O “problema” reside no fato de que os trabalhos acadêmicos limitam-se a poucas informações sobre fabricantes de tijolos. As fontes que vem sendo usadas em nossas pesquisas limitam- se a citar o nome do proprietário da Olaria, o bairro que ela pertencia e uma data referente a algum documento da época, o que está muito, muito longe das nossas propostas de informações históricas. Ao citar apenas o nome do proprietário, um bairro, e uma data, dependendo do caso, para determinados trabalhos é o suficiente e correto, mas para nossas pesquisas, não, pois nossa proposta é estudar as Olarias com todas as suas informações históricas que elas geraram durante sua existência. Nosso objetivo segue um padrão muito mais elaborado com mais itens relacionados ao assunto que servirão de fontes para nossas pesquisas.


1. Quem era o proprietário da Olaria: Nome do proprietário, temos que considerar que muitas olarias eram arrendadas, por isso o dono pode ser uma outra pessoa que pode ou não constar em documentos comercias e públicos.
2. O nome oficial da Olaria: Olaria São João, Olaria da Serra, Olaria Santa Rita.
3. O nome fantasia da olaria: Olaria São João, Olaria da Serra, Olaria Santa Rita.
4. Sua data de fundação: 1860, 1895, 1930.
5. O tempo de atividade: 10, 20, 30 anos.
6. A data de encerramento: 1850, 1895, 1957.
7. Endereço: País.
8. Endereço: Estado.
9. Endereço: Cidade.
10. Endereço: Logradouro e número.
11. O que era gravado nesses tijolos, sua identificação. Um desenho, uma nome, uma sigla, Dos 360 tijolos cadastrados nos inventários do acervo do MVTA, 30% não tem qualquer identificação do fabricante.

12. Que tipo de materiais essa empresa fabricava:
13. Fabricava somente tijolos.
14. Fabricava somente telhas.
15. Fabricava tijolos e telhas.
16. Fabricava tijolos, telhas e outros materiias construtivos:
17. Fabricava somente louças brancas:
18. Fabricava todo tipo de material cerâmico:
19. Qual o sistema de fabricação: Manual ou mecanizado.
20. Qual era o sistema de armazenamento: Barracões fechados, colodaos em patios extenos sem proteção.
21. Como era seu sistema de vendas:
22. Venda direto na Olaria:
23. Venda em um ponto comercial próprio:
24. Venda através de um representante comercial:
25. Sistema de pagamento de impostos: Possuia, não possuia.
26. Pagava imposto sobre produção:
27. Pagava imposto por cada chaminé:
28. Pagavam imposto por cada forno:
29. Pagavam imposto pela retirada da argila:
30. Pagavam imposto pela retirada das madeiras para os fornos:
31. Pagavam imposto pelo transporte desses materiais até a olaria:
32. O proprietário era o único oleiro: Em algumas olarias além do proprietário como oleiro, ele tinha também outros profissionais contratados por tempo fixo ou por impreitadas.
33. A olaria possuia mais de um oleiro: 2, 3, 4.
34. Como os oleiros eram identificados nos tijolos: Muita olarias identificavam os oleiros por números, exemplos: Olaroa Antonini Domenico, A 1 D, A 2 D, A 3 D.Informações gravadas nos tijolos.
35. Havia algum sistema de controle ambiental: Sim ou não.
36. Era uma olaria arrendada: Sim ou não.
37. Era uma Olaria com sistema de produção somente familiar: Sim ou não.
39. Era uma empresa de sociedade aberta ou fechada: S/A, Ltda.
39. A Olaria era uma empresa oficialmente legalizada: Isto é, tinha registro da empresa nos órgão públicos , Federal, Estadual e Municipal. Muitas olarias não possuiam qualquer registro público.
40. Tinha uma cava própria de onde retirava a argila: Sim ou não.
41. Os fornos tinham chaminés elevados: Alguns chaminés eram de até 3m de altura, alguns passavam dos 20m.muitos fornso não tinham um sistema de saida da fumaça via chaminés.
42. A mão de obra era livre ou escrava: Sim ou não.
43. Era uma Olaria de fazenda: Muitas fazendas tinham sua própria olaria.
44. Produção somente para consumo próprio: Sim ou não. Muitas alegavam que a produção era apenas para uso próprio, assim fugiam do pagamento de impostos, por não comercializarem suas produções, porém muitas vendiam sim tijolos e telhas.
45. Produção para consumo próprio por um pequeno período: Sim ou não.
46. Era uma Olaria de engenhos, açúcar, café entre outros produtos.
47. Produção somente para consumo comercial: Fabricação voltada apenas para comercialização.48. Produção para consumo próprio e comercial: Sim ou não.49. Planta oficial da Olaria: A maior parte das olarias não possuiam plntas de suas estruturas.
50. Imagens fotográficas da Olaria: Sob pesquisas: Sim ou não.
51. Registros Federias, Estaduias e Municipais: Sim ou não.

Além de outras informações que surgem durante as pesquisas. É possível notar que as propostas informativas são bem diferentes daquelas que já existem em comparação as diretrizes do nosso trabalho, onde procuramos criar um panorama histórico muito mais específico e muito mais detalhado historicamente.


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3. As Origens das Construções. 45 Items Pesquisados.

1. Proprietário da construção: Quem era oproprietáro da construção.
2. Localização: País.
3. Localização: Estado.
4. Localização: Cidade,
5. Localização: Bairro.
6. Localização: Logradouro.
7. Quem foi o Construtor:
8. Quem foi o Engenheiro:
9. AQuem foi o Arquiteto:
10. Tipo de arquitetura:
11. É uma construção de domínio civil: Sim ou não.
12. É uma construção pública: Sim ou não.
13. Ano de início da construção:
14. Período da construção:
15. Ano de finalização das obras/inauguração:
16. Sistema construtivo original ou primário:
17. Construção somente de taipa:
18. Construção somente em alvenaria de tijolos:
19. Construção somente em alvenaria de rochas: .
20. Construção somente em alvenaria de madeira:
21. Construção somente de taipa e tijlos:
22. Construção somente de taipa, tijlos e rochas:
23. Construção somente de taipa, tijlos, rochas e madeira:
24. Tipo de argamassa somente de barro:
25. Tipo de argamassa somente cal e areia:
26. Tipo de argamassa somente cal, areia e cimento:
27. Construção térrea ou com mais andares:
28. Há uma planta oficial da construção:
29. Fotográfias antigas do local:
30. Passou por reformas:
31. Passou por restaurações:
32. Condições estruturais atuais:
33. Durante sua existência teve outros proprietários:
34. Durante sua existência mudou sua finalidade original, exemplo: de residencial para comercial:
35 Existem documentos que registram compras de materiais de construção, tal como tijolos:
36. Tombado por Órgãos: Federal, Estadual e ou Municipal:
37.8Ainda pertence a mesma família:
38. Condições atuias: Demolida, ainda existe, em ruínas.
39. Tijolos importados:
40. Tipo de reboco somente de barro:
41. Tipo de reboco somente de barro com areia:
42. Tipo de reboco somente de barro com areia e cal:
43. Tipo de reboco somente de barro, areia, cal com a presença de conchas. (Sambaqui):
44. Tipo de reboco somente de cal, areia e cimento:
45. Plantas antigas do bairro:



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